“Quem é essa aí Papai?” Esta
frase dita recente pela cantora Ivete Sangalo, em um dos seus shows, trouxe
inúmeros comentários com relação a sua atitude. A artista percebeu seu marido
conversando bastante com uma moça no camarote, por esse motivo ela disse a
frase acima. Tendo recebido dos fãs e público em geral apoio pelo o
comportamento apresentado, algumas críticas negativas também ocorreram.
Mas por que as pessoas se interessam tanto
pela vida pessoal de uma pessoa pública? Principalmente se o assunto for
relacionamento afetivo? As pessoas anônimas, tidas como pessoas normais, sentem
um alívio em saber que grandes celebridades têm comportamento como qualquer
outra pessoa normal. Ou seja, sentem insegurança, ciúmes, descontrole,
tristeza, medo, enfim, é um ser humano como outro qualquer.
Outro aspecto interessante nesse
caso, é Ivete Sangalo não ter assumido publicamente que teve um momento de
ciúmes do seu marido. Em entrevista para falar do ocorrido a cantora disse ter
feito uma brincadeira com o marido e que tudo que faz no palco suas fãs estão
sempre atenta. Será que ficou com vergonha de admitir que teve uma crise de
ciúmes por acreditar que esse sentimento não lhe pertence? Ou será que levou
uma bronca do marido por ter ficado exposto com o comportamento de Ivete?
Celebridades embora sejam pessoas
públicas, são gente como a gente, e podem se envergonhar de comportamentos que
teve sem refletir sobre as consequências. Por isso a necessidade da negação.
Isto ocorre com qualquer um de nós pobres mortais. Quem nunca ouviu, ou disse a
frase: “Se me perguntar, eu nego até a morte.”
Adorei.
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